Você informa
Usamos apenas os valores, datas e escolhas preenchidos na ferramenta.
Metodologia dos cálculos
Aqui você vê o que entra em cada conta, a ordem dos cálculos, as tabelas usadas e as situações que podem mudar a estimativa.
Metodologia ampliada em 8 de setembro de 2026. Confira as referências específicas de cada ferramenta.Nosso fluxo
Usamos apenas os valores, datas e escolhas preenchidos na ferramenta.
Aplicamos as premissas e tabelas oficiais vigentes indicadas na página.
Verbas, descontos e valores informativos aparecem em blocos diferentes.
O resultado mostra o total e as partes para facilitar a comparação.
Duas pessoas com o mesmo salário podem ter resultados diferentes por causa de datas, médias, faltas, dependentes, convenções, decisões judiciais ou rubricas internas. A ferramenta oferece uma referência organizada, não um documento oficial.
Os valores monetários exibidos usam duas casas decimais; taxas e proporções podem manter mais precisão interna. Na precificação, o preço é ajustado para cima até o próximo centavo quando necessário, e as projeções usam esse preço. Por isso, pequenas diferenças de centavos podem surgir quando um sistema de folha arredonda cada evento em outra etapa.
Revisamos tabelas, limites e critérios quando uma regra relevante é publicada e entra em vigor. A data de referência aparece nas páginas e nos conteúdos relacionados.
Calculadora por calculadora
Abra o bloco da ferramenta que deseja conferir. As setas mostram a ordem geral da conta; os avisos registram o que fica de fora.
Organizamos as verbas conforme o motivo da saída e mantemos os valores do FGTS fora do líquido da rescisão.
Saldo de salário: remuneração mensal ÷ 30 × dias considerados no mês da saída.
↓13º proporcional: remuneração ÷ 12 × meses com pelo menos 15 dias trabalhados no ano.
↓Férias proporcionais: remuneração ÷ 12 × avos informados, com acréscimo de 1/3.
↓Férias completas ou em dobro: quantidade informada × remuneração, com 1/3 e, quando aplicável, dobra.
↓Aviso-prévio: depende do motivo, da forma de cumprimento e do tempo completo de serviço.
↓INSS e IRRF: calculados separadamente sobre saldo salarial e 13º, conforme as tabelas de 2026.
Partimos da remuneração tributável e mostramos cada desconto antes de chegar ao valor no bolso.
Base inicial: salário bruto + adicionais e outras verbas tributáveis informadas.
↓INSS: aplicação progressiva por faixa, respeitando o teto previdenciário de 2026.
↓IRRF: comparação entre deduções legais e desconto simplificado; usamos a opção mais vantajosa na simulação.
↓Salário-família: soma das cotas elegíveis quando a remuneração respeita o limite de 2026.
↓Líquido: base + salário-família − INSS − IRRF − outros descontos − parcela do Crédito do Trabalhador.
↓FGTS: 8% da remuneração informada, mostrado apenas como depósito estimado da empresa.
A conta separa descanso, terço constitucional, abono e eventual adiantamento do 13º.
Remuneração de férias: salário + média de adicionais, proporcional aos dias informados.
↓Terço constitucional: 1/3 do valor correspondente aos dias de férias.
↓Abono: dias vendidos ÷ 30 × remuneração, acrescido de 1/3, limitado a 10 dias na ferramenta.
↓Adiantamento do 13º: metade da remuneração de referência, quando selecionado.
↓INSS e IRRF: estimados sobre férias + terço; o abono aparece separado.
↓Líquido: total bruto − INSS − IRRF − outros descontos informados.
Transformamos os meses válidos em avos e mostramos primeira parcela, descontos e acerto final.
13º bruto: (salário + média de adicionais) × avos ÷ 12.
↓Cada mês com pelo menos 15 dias trabalhados vale 1/12.
↓Primeira parcela: metade do 13º bruto estimado.
↓INSS e IRRF: apurados sobre o 13º, separadamente da folha mensal.
↓Segunda parcela: bruto − primeira parcela − INSS − IRRF.
Primeiro encontramos o valor da hora; depois aplicamos os adicionais e estimamos o reflexo no descanso.
Hora normal: salário mensal ÷ divisor da jornada informado.
↓Hora extra de 50%: hora normal × 1,5 × quantidade de horas.
↓Hora extra de 100%: hora normal × 2 × quantidade de horas.
↓DSR estimado: total de horas extras ÷ dias úteis da jornada × repousos e feriados do mês.
↓Acréscimo bruto: horas extras + DSR; o FGTS informativo corresponde a 8% desse acréscimo.
A ferramenta acompanha o CNPJ e, em seguida, apresenta uma leitura simplificada da renda do titular.
Limite: R$ 81 mil para o ano completo ou R$ 6.750 × meses de atividade no ano de abertura.
↓Projeção: média mensal do faturamento informado × meses de atividade previstos até dezembro.
↓Lucro aproximado: faturamento − despesas comprovadas informadas − DAS estimado no período.
↓Faixa isenta presumida: percentual da atividade aplicado ao faturamento, limitado ao lucro aproximado.
↓Possível parcela tributável: lucro aproximado − faixa isenta estimada.
↓IR anual: possível parcela tributável + outras rendas informadas, com tabela e redução anual de 2026.
Projetamos o saldo mês a mês, separando os aportes dos rendimentos.
Taxa anual: conversão para a equivalente mensal por (1 + taxa anual)^(1/12) − 1. As taxas entram em forma decimal na fórmula.
↓CDI: a taxa diária de referência, multiplicada pelo percentual do CDI escolhido, é convertida para um mês com 252/12 dias úteis. A data e a disponibilidade da referência aparecem na ferramenta.
↓A cada mês: saldo anterior × (1 + taxa mensal) + aporte. O aporte entra no fim do mês.
↓Total investido: valor inicial + soma dos aportes. Rendimentos: saldo final − total investido.
Formamos um preço por unidade e recalculamos a projeção pelo preço que pode ser cobrado em centavos.
Custo-base: matéria-prima ou mercadoria + insumos + outros custos variáveis por unidade.
↓Impostos: ICMS sobre o preço; PIS/Cofins sobre o preço menos o ICMS; outros impostos conforme percentual sobre o preço ou valor por unidade. Comissões são percentuais do preço. Esses critérios são premissas da ferramenta, não uma escolha automática de regime tributário.
↓Modo rápido: (custo-base + imposto fixo por unidade) ÷ (1 − percentuais efetivos da venda − margem desejada).
↓Modo completo: (custo-base + imposto fixo por unidade + (despesas fixas + lucro desejado) ÷ quantidade) ÷ (1 − percentuais efetivos da venda).
↓Preço sugerido: arredondado para cima até o próximo centavo, quando necessário para cobrir a meta. Impostos percentuais, margem, faturamento e lucro são recalculados com esse preço.
↓Equilíbrio: despesas fixas ÷ sobra por unidade, arredondado para cima em unidades inteiras. O faturamento no equilíbrio usa essa quantidade × preço.
↓Markup multiplicador: preço ÷ custo-base. Divisor: custo-base ÷ preço. Lucro mensal: sobra por unidade × quantidade − despesas fixas.
Somamos operações realizadas para mostrar a sobra do conjunto antes das despesas fixas.
Custo do produto: custo unitário × quantidade ou custo total informado, conforme a opção selecionada.
↓Despesas variáveis: frete + impostos + comissões e taxas + outros gastos da venda. Valores de impostos em reais representam o total da operação; em %, aplicamos as bases explicadas na ferramenta.
↓Margem da venda: valor da venda − custo dos produtos − despesas variáveis.
↓Margem acumulada: soma das margens. Percentual do conjunto: margem acumulada ÷ soma das vendas × 100, sem média simples dos percentuais.
Planejamos vários produtos com suas quantidades, preços e custos próprios.
Sobra por produto: (preço − custos e despesas variáveis por unidade) × quantidade prevista.
↓Margem do mix: soma das sobras ÷ faturamento total. Cada produto pesa conforme sua participação no faturamento.
↓Equilíbrio: despesas fixas ÷ margem do mix em decimal. Meta: (despesas fixas + lucro desejado) ÷ margem do mix. Só há equilíbrio calculável com margem positiva.
↓Quantidade por produto: quantidade prevista × fator necessário para atingir o equilíbrio ou a meta. Produtos com unidades diferentes são apresentados separadamente.
↓Simulação de volume: todas as quantidades variam na mesma proporção. As despesas fixas permanecem constantes.
Três módulos independentes explicam o tempo da operação, os recursos necessários e o saldo futuro.
Estoque em dias: estoque médio ÷ custo das vendas × dias do período. Recebimento em dias: clientes médios ÷ vendas × dias do período. Pagamento em dias: fornecedores médios ÷ compras × dias do período.
↓Ciclo operacional: prazo de estoque + prazo de recebimento. Ciclo financeiro: ciclo operacional − prazo de pagamento.
↓Capital de giro necessário: caixa mínimo + clientes + estoques + outros ativos operacionais − fornecedores − obrigações e outros passivos operacionais.
↓Fluxo de caixa: saldo inicial + entradas − saídas. O saldo final de cada período passa a ser o saldo inicial do seguinte. Compare com a reserva mínima desejada.
O que a ferramenta não consegue saber sozinha
Fontes principais
Priorizamos legislação consolidada e páginas dos órgãos responsáveis. Materiais específicos podem aparecer também ao lado da calculadora ou no artigo relacionado.
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